Observatório Governamental
O recurso federal, do empenho à entrega, em um só lugar.
Inteligência territorial federativa: o que a União repassa, onde o recurso parou e qual providência destrava: por região, UF e município.
O problema
O dinheiro não some. Ele para.
Raramente falta recurso. Falta saber onde ele emperrou, por quê, e quem tem a autoridade para destravá-lo: antes do prazo virar devolução.
● = onde o recurso costuma parar
- A informação está espalhada. A transferência é acompanhada em um sistema, a emenda em outro, a execução da obra em um terceiro. Ninguém vê o ciclo inteiro do mesmo lugar.
- Quando alguém percebe, já é devolução. O problema aparece no fim do prazo, quando a única saída é perder o recurso.
A solução
Uma plataforma que reúne o que move o recurso; e transforma em ação.
O Observatório junta transferências, emendas, convênios, obras e capacidade fiscal no mesmo modelo, e devolve isso como decisão: o que priorizar, quem aciona e até quando.
O ciclo inteiro
Do edital aberto à obra entregue, com a situação e o gargalo de cada etapa.
Pelo risco
Quem está prestes a perder recurso aparece primeiro: não o mais barulhento.
Com nome e prazo
Cada alerta vira providência com responsável, prazo e evidência registrada.
A demonstração em números
De cada R$ 100 empenhados, R$ 55 ainda não viraram entrega.
R$ 2,94 bi acompanhados em 273 transferências, em 40 municípios nas 27 UFs. Os números são fictícios: o comportamento que eles revelam é o que a plataforma existe para atacar.
Sobre esta demonstração
Território real. Números fictícios. Nenhuma cidade julgada.
A demonstração usa municípios, UFs e população reais para dar leitura geográfica ao mapa; e só isso.
- São fictícios todos os fatos: transferências, emendas, obras, convênios, contratos, riscos, índices, rankings e alertas; além de órgãos, ministérios, programas e autores.
- Nenhum número descreve a gestão real de nenhum dos municípios citados. Um município aparecer no ranking de risco é sorteio do gerador, não juízo sobre a prefeitura.
- O aviso é permanente na interface, e o relatório exportado carrega a natureza do dado em cada linha.
- O selo do Governo Federal é referência institucional.
Como funciona
Quatro eixos, do achar o recurso ao articular a decisão.
Do achar o recurso ao articular a decisão: os módulos se agrupam em quatro movimentos.
Captação
Visão Brasil, Radar de Oportunidades, Transferências & Programas, Diagnóstico e Cenários.
Execução e controle
Providências, Painel e Rede de Emendas, Sala de Situação, Integridade e Auditoria.
Pacto federativo
Mapa Federativo, Estados e Municípios, Índice Federativo de Execução, Comparar municípios.
Articulação
Articulação Federativa, Projetos, Capacitação, Alertas e Boletins.
O diferencial federativo
Do Brasil até a rua, sem perder o contexto.
O recorte escolhido atravessa os quatro níveis. Você começa no país e desce até a obra; o filtro acompanha o caminho inteiro.
Sala de situação nacional: volume acompanhado, executado, recurso em risco, programas críticos e UFs prioritárias.
O corte macro que revela onde o programa federal não está chegando: cobertura e vazios.
Um clique no mapa e o painel inteiro desce para o estado: municípios, obras, emendas e riscos consolidados.
A ficha 360°: quanto captou, o que está em risco, quais obras pararam e por quê, e o que fazer agora.
Governo Federal · a tela
Briefing Executivo
A abertura do dia para a coordenação nacional: o retrato do país e o que exige decisão agora: sem precisar de mais relatório.
- Total captado, recurso em risco e obras paradas em destaque.
- As frentes que travam a máquina, prontas para despacho.
- Onde o recurso pode voltar com ação do escritório.
Governo Federal · a tela
Visão Brasil
A sala de situação federativa: volume acompanhado, executado e em risco; mapa por UF, carteira de programas e ranking de risco; filtros de UF, região, ministério, programa, área e porte.
Pacto federativo · a tela
Mapa Federativo
O Brasil por UF, com a lente que a pergunta pede. Aqui, onde o recurso federal está travado em obra parada.
- Cinco lentes: recebido, índice, obras paradas, recurso em risco e demandas.
- Cada UF carrega o dado do próprio registro: sem distribuição sintética.
- Clique numa UF e todo o painel desce para o estado.
Como lemos
O Índice Federativo: uma nota comparável, sem peso oculto.
Nota de 0 a 100 por percentil relativo entre os municípios com dado suficiente. A metodologia fica aberta na tela: sem número mágico.
Recuperar
R$ 1,61 bi em risco; e a fila de quem precisa de ação primeiro.
O valor em risco não é estimativa inventada: é a soma direta do que está com status de cancelado, pendente, parado ou travado na própria base.
- Transferências canceladas e pendentes: recurso já perdido, ou em rota de cancelamento se a pendência não for resolvida.
- 15 obras paralisadas; R$ 111,9 mi parados, cada uma com o gargalo nomeado: licença, prestação de contas, reprogramação.
- 22 emendas com pendência: R$ 39,5 mi que travaram antes de virar execução.
Recuperar · a tela
Diagnóstico
Onde o recurso se perde; e o que ainda dá para regularizar.
- Recurso em risco decomposto por natureza, sem estimativa inventada.
- Municípios afetados, transferências canceladas e emendas com pendência.
- A régua do cálculo exposta na própria tela.
Agir · a tela
Sala de Situação
Um painel que só informa vira relatório. Aqui cada transferência em risco tem um botão: apurar, cobrar, articular ou destravar; e vira providência que alguém precisa fechar.
- Repasses cancelados ou pendentes, com o que pode se perder.
- Cada linha com etapa, responsável e ação.
- Valor por status e por modalidade de transferência.
Agir · a tela
Providências
A fila do que o escritório está cuidando; e o que já venceu.
- Resolvidas, abertas e vencidas na semana, em uma linha.
- Cada providência nasce de uma ação real numa tela do sistema.
- Responsável, prazo e status: o básico que falta na maioria dos painéis.
Execução · a tela
Painel de Emendas
Emenda paga é recurso liberado; mas só vira resultado quando chega à execução.
- Autor, ano, esfera, empenhado e pago em cada linha.
- As que estão com pendência sobem para o topo, prontas para cobrança.
- Quando a fonte não informa o estágio, a tela diz "—" em vez de inventar.
Execução · a tela
Rede de Emendas
Quem destinou, para onde foi e onde travou: o vínculo que a tabela não mostra.
- Autores, bancadas, municípios e obras conectados no mesmo grafo.
- Leitura por Brasil, UF e município, com filtro por autor e status.
- Clique num nó e veja o recurso, as obras e as pendências ligadas a ele.
Estado e prefeitura · a tela
Comparar municípios
A mesma régua para quem executa. O Governo Federal não substitui a gestão local; ele apoia, com o índice e o cálculo de risco idênticos em todos os níveis.
- Até três municípios lado a lado, métrica por métrica.
- Melhor número de cada linha destacado em verde.
- Base comum para a conversa federativa: sem régua diferente por ente.
Município · a tela
Visão 360° do município
Tudo que move o recurso de uma cidade, em uma tela; e o que fazer com isso.
- Quanto captou, posição no índice e quanto está em risco.
- As obras que pararam, com o gargalo de cada uma.
- "O que fazer aqui": prazos, travas e pendências com botão de ação.
Governança · a tela
Cada papel enxerga só o que é dele.
O recorte não é preferência de tela: é regra de acesso aplicada no banco. Território, instituição e confidencialidade definem o que cada perfil vê.
- Oito papéis, do Administrador Federal à Consulta Executiva.
- Alcance por UF, ministério, município e grau de confidencialidade.
- Papéis de leitura (auditoria, consulta) não executam ação.
O diferencial
Cada número diz a sua natureza. A plataforma nunca inventa.
Painel de governo perde a confiança no primeiro número que ninguém consegue explicar. Aqui, todo valor carrega de onde veio e o quanto vale.
- Dado, estimativa ou pendência: cada bloco é marcado, e a régua do cálculo fica visível na tela.
- O que a fonte não informa fica "—", nunca vira "concluído". Ausência não é sucesso.
- O índice é percentil relativo, com pesos declarados: não uma nota fechada que ninguém audita.
- A trilha fica registrada: quem decidiu, quando, com qual evidência.
De onde vêm os dados
Construído sobre as fontes que o governo já usa.
As regras de negócio do Observatório são desenhadas sobre os sistemas oficiais. A conexão é habilitada por contrato, em ambiente autorizado, com catálogo e conectores previstos na arquitetura.
Nesta demonstração, nenhuma fonte está conectada. Elas aparecem como referência de regra de negócio e integração futura. Todos os números exibidos são gerados sinteticamente.
Confiança
Segurança onde ela precisa estar: no banco, não na tela.
Esconder um botão não é controle de acesso. O escopo de cada papel é aplicado na camada de dados: quem não tem direito não recebe o registro.
- Recorte por papel, UF, ministério, município e confidencialidade, aplicado via RLS.
- Papéis de leitura não executam ação: auditoria e consulta não alteram o ciclo.
- Registros restritos exigem clearance; sem ela, o dado simplesmente não vem.
- Tecnologia brasileira, operada em ambiente sob governança do órgão contratante.
Tecnologia
Camada de inteligência RedData®.
Território × recurso
Território, programa, ministério e execução cruzados em um só modelo: o que permite a pergunta federativa.
Transparente por construção
Índice por percentil, pesos declarados e natureza do dado exposta. Auditável por quem lê.
Sob governança do órgão
Conectores por contrato, RLS por papel e ambiente autorizado. Soberania do dado preservada.
Próximo passo
Veja a plataforma rodando.
A demonstração está completa e navegável: Visão Brasil, mapa federativo, rede de emendas, ficha municipal, providências e os oito papéis de acesso.
RedMaxx® 2026 · by RedData® Big Data & A.I · plataforma demonstrativa institucional.